27 Oct 2026

Após recorde de US$ 17 mil milhões, a African Energy Week regressa de 4 a 8 de outubro de 2027 para ampliar a sua área de exposição e impulsionar negócios

Após recorde de US$ 17 mil milhões, a African Energy Week regressa de 4 a 8 de outubro de 2027 para ampliar a sua área de exposição e impulsionar negócios

A Conferência e Exposição African Energy Week (AEW) regressará à Cidade do Cabo para a sua próxima edição, de 4 a 8 de outubro de 2027, ocupando os dois espaços do Cape Town International Convention Centre (CTICC 1 e CTICC 2), à medida que o maior mercado de energia de África entra numa nova fase de crescimento. As novas datas acomodam a expansão do evento, criando espaço adicional para exposições, networking, concretização de negócios e debates de alto nível sobre o futuro do sector energético africano.

Na qualidade de maior conferência de energia do continente, a AEW 2027 voltará a colocar os negócios, o investimento de capital e a execução de projectos no centro da sua agenda, ligando as oportunidades energéticas de África ao capital, à tecnologia e ao conhecimento especializado internacionais necessários para as concretizar. À medida que a procura global de energia continua a crescer, as inovações tecnológicas aumentam a eficiência e surgem novas oportunidades comerciais em todo o continente, a AEW facilitará os investimentos e as parcerias necessários para consolidar a posição de África como futuro centro energético mundial.

O regresso da AEW em 2027 sucede a uma edição de grande impacto em 2026, que contou com a participação de 12.000 delegados de mais de 100 países, além de mais de 150 expositores e mais de 450 oradores. O evento gerou mais de US$ 17 mil milhões em novos negócios e compromissos de investimento, tendo ainda apresentado aos investidores projectos financiáveis no valor adicional de US$ 16 mil milhões. Estes resultados não só reforçaram a posição do evento como a principal plataforma de concretização de negócios em África, como também demonstraram a dimensão das oportunidades existentes nos mercados africanos de petróleo, gás e energia em geral.

«A AEW 2026 demonstrou que África não está à espera de investimento — estamos a concretizar negócios, a mobilizar capital e a fazer avançar projectos. Em 2027, vamos ainda mais longe. Dois espaços, mais empresas, mais investidores e mais oportunidades para fechar negócios», afirma NJ Ayuk, presidente executivo da African Energy Chamber.

A AEW 2027 dará continuidade a este sucesso, reunindo novamente a comunidade energética internacional na Cidade do Cabo. Ao longo de um programa com várias vertentes, o evento abordará os desafios e as oportunidades em todo o sector energético e na respectiva cadeia de valor. Os líderes do sector debaterão diversos temas, desde a exploração e produção de petróleo e gás até às infra-estruturas de refinação, processamento e distribuição, passando pela electricidade, energias renováveis, serviços para o sector petrolífero e tecnologias associadas. Fóruns de investimento de alto nível, debates técnicos, sessões dedicadas a países, exposições e reuniões bilaterais ligarão promotores de projectos, financiadores, fornecedores de tecnologia e decisores políticos em torno de oportunidades comercialmente viáveis.

Esta próxima edição terá lugar num momento decisivo para o sector. Com a OPEP a prever que a procura mundial de petróleo atinja 124 milhões de barris por dia até 2050 e as rotas tradicionais de abastecimento a enfrentarem perturbações, o interesse internacional tem-se orientado cada vez mais para os mercados africanos de petróleo e gás. Em resposta, mercados consolidados em todo o continente — incluindo Angola, Nigéria, Líbia e República do Congo — estão a criar condições de investimento mais flexíveis, a reformular a legislação e a abrir novas vias para o desenvolvimento de projectos em águas profundas, em terra e em campos já existentes. As descobertas realizadas na Namíbia e na Costa do Marfim estão a abrir caminho à formação de novas províncias petrolíferas, enquanto o arranque de projectos no Quénia, no Uganda e em Moçambique está a disponibilizar fontes alternativas de abastecimento de petróleo no mercado.

No sector das energias renováveis, África prevê acrescentar 23 GW de nova capacidade solar até 2040, além de 300 GW de energia eólica, desde que os países consigam mobilizar o financiamento necessário. Prevê-se que a capacidade nuclear aumente entre cinco e dez vezes até 2050, impulsionada pelos planos de expansão da África do Sul e pela construção de novas centrais no Egito. O hidrogénio verde representa uma oportunidade particularmente atractiva para os investidores, com um potencial de produção anual entre 30 milhões e 60 milhões de toneladas até 2050. Paralelamente, os avanços na inteligência artificial, na automação e nas tecnologias digitais estão a transformar a exploração, a produção, a gestão de infra-estruturas e a distribuição de energia, criando oportunidades para melhorar a eficiência e acelerar o desenvolvimento.

Para além da energia convencional, a rápida expansão da inteligência artificial e dos centros de dados está também a criar uma nova categoria de grandes consumidores estratégicos de electricidade, oferecendo aos promotores oportunidades para garantir uma procura de longo prazo e desbloquear investimentos em infra-estruturas de produção e transmissão de energia. Em conjunto, estes desenvolvimentos estão a posicionar África na linha da frente da próxima era energética mundial.

«O mundo precisa de energia, e África dispõe dos recursos, do talento e da ambição para a fornecer. O nosso foco está em transformar esta vantagem em ativos de produção, infra-estruturas, empregos e valor económico duradouro. É na Cidade do Cabo que estas parcerias se concretizam, e a AEW 2027 elevará o mercado energético africano a um novo patamar», concluiu Ayuk.

Para mais informações sobre a AEW 2027, visite www.aecweek.com.

 

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